Thursday, March 02, 2006

Autistas possuem QI maior, segundo estudo




Uma nova pesquisa mostra que o QI dos autistas pode ser de 30% a 90% maior do que o estimado até agora. O teste mais comum usado para avaliar autistas é conhecido como Wechsler. Ele requer que as pessoas entendam comandos orais, uma das principais dificuldades de quem possui a deficiência

A partir desse teste, os neurocientistas perceberam que as crianças autistas foram mal na parte de compreensão verbal, mas foram extremamente bem na parte que testa a inteligência não-verbal e o raciocínio.

Numa segunda fase do experimento foram testados 60 autistas e 60 pessoas normais com um teste escrito de QI, chamado de Matrizes Progressivas de Raven. As crianças e adultos normais tiveram o mesmo desempenho em ambos os testes. Mas os autistas que falam, marcaram 30 pontos percentuais a mais no teste de Raven do que no Wechsler.

Alguns estudos de imagens revelaram que pessoas saudáveis utilizam as áreas lingüísticas do cérebro para resolver problemas, enquanto os autistas se identificam com as áreas de processamento visual.

Fonte: Revista Galileu on line.

Wednesday, March 01, 2006

Otimismo reduz risco de morrer do coração, afirma estudo

01/03/2006 - 08h57

Os otimistas têm menos possibilidade de morrer de doenças cardíacas ou derrame cerebral do que os pessimistas, segundo pesquisa de cientistas do Instituto Delfland de Saúde Mental, da Holanda.

O estudo, envolvendo 545 homens, constatou que os mais otimistas têm metade das probabilidades de morrer de doenças cardiovasculares.

Os pesquisadores acreditam que isso provavelmente é porque os otimistas fazem mais exercícios e são melhores na forma de lidar com adversidade, segundo o Archives of Internal Medicine.

Pesquisas anteriores mostraram a tendência é que os otimistas vivam por mais tempo, mas essa é a primeira a encontrar uma ligação com menor incidência de doenças cardíacas.

Efeitos

Os homens da pesquisa dos cientistas holandeses tinham entre 64 e 84 anos e foram acompanhados por 15 anos. Eles tinham que responder a diversos questionários, inclusive um para determinar se eles eram otimistas.

Os cientistas constataram que aqueles que, em 1985, tinham sido classificados como otimistas, em 2000, tinham 55% menos chances de morrer de doença cardíaca ou derrame, inclusive quando considerados fatores importantes como fumo e histórico familiar.

"É provável que o otimismo tenha efeitos sobre a saúde cardiovascular de muitas maneiras, direta ou indiretamente", disse Erik Giltay, pesquisador chefe.

Segundo ele, isso não necessariamente está relacionado com índices mais baixos de depressão.

"Uma das possibilidades é que os otimistas são melhores em lidar com adversidade e podem, por exemplo, cuidar melhor de si mesmo quando adoecem."

Exercício

Ele observou que os otimistas tendem a fazer mais exercícios e que a disposição de um indivíduo pode afetar a saúde através de sua influência sobre os sistemas nervoso, imunológico e hormonal.

Mas Giltay acrescentou que os pessimistas não precisam se resignar a ter problemas do coração ou derrame, pois eles podem reduzir esses riscos adotando outras medidas, como tornando-se mais ativos e fumando menos.

"O estudo sugere que sermos otimistas e positivos quando ficamos mais velhos pode ter um efeito sobre nosso bem-estar e reduzir o risco de doenças cardíacas e circulatórias", disse Alison Shaw, da British Heart Foundation.

"Pesquisas anteriores sobre falta de apoio social, depressão e falta de controle na vida mostraram que as pessoas correm mais risco de desenvolver doenças cardíacas".

"Esse novo estudo reforça o argumento de que se nos sentimos otimistas e apoiados, isso pode ter um efeito positivo sobre nossa saúde e nosso coração."

Fonte: Folha on line.

Thursday, January 26, 2006

O que é isso minha gente...



Fonte: http://www.ea-ohp.org/Conferences/index.asp Acesso em: 27/01/2006

Wednesday, January 25, 2006

Em breve, volta às aulas



Esse link é interessante: Harvard Psyschology

Friday, January 20, 2006

Sindicato Nacional dos Psicólogos

Encontrei o site do Sindicato Nacional dos Piscólogos de Portugal. Interessante, né? Não tenho conhecimento de um sindicato assim no Brasil... Existem sociedades de psicológos, mas sindicato, não conheço.

Na página de capa do Sindicato há um espaço para as notícias e olha a notícia que encontrei:

Em Portugal, existe um psicólogo por cada quatro mil alunos. Na Europa, a média é de um por cada 400. Psicólogos já alertaram Governo para serviço «notoriamente insuficiente», que está previsto na lei. Ministério da Educação diz não ter

«informações sobre o assunto in Portugal Diário http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=633721&div_id=291


Quantos alunos para cada psicólogo no sitema educacional do Brasil?

Thursday, January 19, 2006

CURIOSIDADE PISO SALARIAL DE PSICÓLOGOS: PL 1.858/91

LOCALIZAÇÃO: Plenário da Câmara dos Deputados (após tramitação nas duas Casas) desde 28/junho/2000.

TEMPO DE TRAMITAÇÃO: aproximadamente 12 anos.

CONTEÚDO: Em sua primeira versão, o PL 1.858/91 modificava o artigo 22 da Lei nº 3.999, de 15 de dezembro de 1961, que "altera o salário mínimo dos médicos e cirurgiões dentistas", ou seja, equiparava a jornada de trabalho do Psicólogo à do Cirurgião-dentista e do Médico. Este projeto, porém, sofreu substitutivo no Senado, e atualmente "dispõe sobre o piso salarial e a jornada de trabalho dos psicólogos e dá outras providências", versando da seguinte forma:

1 – o piso salarial será de 1.100,00 (Hum mil e cem reais), reajustado conforme a política salarial do governo;
2 – a jornada de trabalho será de, no máximo, seis horas diárias e trinta horas semanais; salvo quando, mediante acordo ou por motivo de força maior, acrescer duas horas suplementares diárias;
3 – a jornada de trabalho regular poderá ser acrescida de duas horas diárias, mediante remuneração superior a cem por cento do valor estabelecido para hora normal;
4 – o trabalho noturno será remunerado com acréscimo de cinqüenta por cento, no mínimo, sobre hora diurna;
5 – serão nulos os contratos de trabalho que contrariem o disposto na Lei;
6 – esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

TRAJETÓRIA: Em 17 de setembro de 1991, o PL 1.858 foi apresentando em Plenário pelo deputado Sigmaringa Seixas (PT/DF), e em novembro/1991 a matéria foi lida e publicada em Plenário. Em abril/1992 seguiu para a Comissão de Trabalho, de Administração, e Serviço Público (CTASP), onde foi designado relator o Deputado Zaire Rezende (PMDB/MG). Sem sofrer emendas, em junho/1992 o PARECER FAVORÁVEL foi APROVADO por unanimidade na CTASP. Em agosto/1992, o PL seguiu para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde também não sofreu emendas, e o relator, Deputado Osvaldo Melo, forneceu PARECER FAVORÁVEL2, que foi APROVADO por unanimidade na CCJ. Em dezembro/1992 os pareceres foram lidos e publicados, e em /1993, o PL 1.858/91 foi encaminhado para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA) para se submeter ao prazo de 5 sessões para apresentação de recursos. Em março/1993, o projeto teve elaboração de redação final, realizada pelo Deputado Nilson. O relatório deste PL só descreve os perfis do autor e dos 2 últimos relatores.

Os pareceres da CCJ observam estritamente a constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa da matéria. Gibson, que foi aprovada unanimemente pela CCJ e seguiu em 19/abril/1993 para aprovação no Senado Federal. Este projeto tramitou no Senado por 3 anos, retornando à Câmara em 16/agosto/1996. O Senado Federal aprovou o projeto COM SUBSTITUTIVO (ver conteúdo PL 1.858/91), e este foi encaminhado para nova apreciação na CTASP (tramitação em segundo turno) em setembro/1996. Na CTASP, o Deputado Zaire Rezende (PMDB/MG) foi novamente o relator, e conferiu PARECER FAVORÁVEL ao substitutivo do Senado em maio/1997. No entanto, o PL 1.858/91 acrescido de substitutivo ficou quase um ano parado na CTASP, quando foi redistribuído a outro relator em março/1998, Deputado José Carlos Aleluia, que, passado quase um ano, apresentou PARECER CONTRÁRIO ao substitutivo do Senado, em janeiro/1999. Um novo relator foi designado em abril/1999, Deputado Luciano Castro (PFL/RR), que em maio/1999 apresentou PARECER FAVORÁVEL ao substitutivo. Em novembro/1999 o parecer do relator foi votado e APROVADO na CTASP, sendo encaminhado neste mesmo mês para a CCJ. Em maio/2000 foi designado relator nesta comissão, Deputado Geraldo Magela (PT/DF), que em junho/2000 apresentou PARECER FAVORÁVEL ao substitutivo do Senado, com emenda. Em 28/junho/2000 o parecer do relator foi APROVADO unanimemente na CCJ.

SITUAÇÃO ATUAL: O PL 1.858/91 encontra-se PRONTO PARA ORDEM DO DIA no Plenário da Câmara dos Deputados desde 28/junho/2000, com leitura e publicação do substitutivo do Senado e dos pareceres da CTASP e da CCJ. Em 12/03/03 foi apresentado do requerimento solicitando urgência para este projeto


Fonte - CFP/CRPs/FENAPSI

Saturday, January 14, 2006

Especialistas discutem importância da "nutrição cerebral"


12/01/2006 - 10h46

TATIANA DINIZ
da Folha de S.Paulo

Que a privação de uma alimentação adequada prejudica o desempenho da mente, já é razoavelmente sabido. A tese agora é que garantir a presença de certos nutrientes na dieta pode melhorar o desempenho cerebral, driblando quadros de estresse e depressão e até mesmo fomentando a inteligência.

Polêmica, a afirmação está dividindo especialistas das diversas áreas da medicina, que se posicionam contra ou a favor da idéia de ser possível adotar uma alimentação particularmente eficaz para o cérebro humano.

O tema é abordado no recém-lançado "Nutrição Cerebral" (ed. Objetiva, 232 págs., R$ 32,90). No livro, o médico especializado em medicina ortomolecular Helio Póvoa, o psiquiatra Juarez Callegaro e a nutricionista Luciana Alves abordam o funcionamento do organismo e da mente e sua relação com os hábitos alimentares, apontando uma lista com mais de 20 nutrientes com potencial atuação no cérebro. Batizadas de "smart nutrients" (nutrientes inteligentes), essas substâncias têm, segundo a publicação, a capacidade de melhorar a inteligência e de combater o envelhecimento, evitando o surgimento de doenças degenerativas e conduzindo a uma vida mais livre de sofrimento mental.

"Segundo a Organização Mundial da Saúde, a depressão aumenta 1% ao ano. De acordo com a Universidade de Southampton, na Inglaterra, as doenças mentais triplicaram em todos os continentes nas décadas de 1980 e 1990", contextualizam os autores no texto.

Para eles, a preocupação com a nutrição cerebral pode "desenvolver o cérebro e suas plenas capacidades, corrigir desvios de inteligência, preveni-los e aperfeiçoá-la."

"É um conceito recente, que está ganhando força com estudos sobre envelhecimento e degeneração cerebral. Hoje já sabemos que certas vitaminas inibem a glicação, que é o processo lesivo da proteína pela glicose. Assim, já é possível falar em uma postura alimentar preventiva à degeneração cerebral", comenta o médico Helion Póvoa, professor de patologia clínica da Escola Médica da Uni-Rio e um dos autores do livro "Nutrição Cerebral".

"Peixes e algas, entre outros alimentos, são inibidores de glicação e reduzem o risco de problemas cerebrais e do sistema nervoso. As vitaminas agem sinergicamente, e o melhor é obtê-las pela alimentação e não por suplementação", completa o autor.

Há quem questione. O endocrinologista José Marcondes, do Hospital das Clínicas de São Paulo, é um exemplo. "Não existe evidência científica de que um nutriente faça bem especificamente para o cérebro. A boa alimentação leva à saúde e à melhor atividade cerebral", comenta. "Crianças desnutridas têm baixo desempenho escolar. A desnutrição pode levar a deficiências na formação cerebral. Na idade adulta, entretanto, o cérebro já está formado."

O médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, lembra que "o sistema de controle da fome, da saciedade e da termogênica sofre influência de nutrientes, de hormônios e de emoções". O especialista alerta para o risco das superdoses, que podem ocorrer quando o alimento natural é substituído ou complementado pelo consumo de suplementos encontrados nas farmácias. "Com a deficiência característica das dietas ocidentais, a suplementação vitamínica é relativamente bem-vinda. O problema está nas superdoses, que têm efeito oxidante, e não o contrário", diz.

Suplementação

O italiano Andrea Bottoni, médico nutrólogo da Clínica de Terapia Nutricional Total do Hospital Santa Catarina, afirma que, embora dos pontos de vista bioquímico, metabólico e fisiológico existam evidentemente nutrientes que possam otimizar as funções cerebrais, não há motivo para perseguir a ingestão deles. A alimentação ideal é aquela em que come-se de tudo de maneira balanceada.

"É importante não fazer apologia da suplementação. Não adianta tomar suplementos achando que vai alimentar o cérebro e se entupir de gordura na hora da refeição", afirma.

Ricardo Botticini Peres, endocrinologista do Hospital Israelista Albert Einstein, concorda. "O mesmo nutriente que é importante para o cérebro também o é para o coração, para os músculos ou para o intestino. Além disso, a quantidade dessas substâncias ["smart nutrientes'] que o organismo requer é pequena e pode ser facilmente reposta durante as refeições em uma alimentação saudável."

Depressão

Um dos pontos defendidos pelo livro é a possibilidade de uma abordagem nutricional da depressão como alternativa ao tratamento medicamentoso.

Considerando dados como o que aponta que cerca de 1 milhão de crianças norte-americanas que tomam regularmente medicamentos para depressão, os autores observam que "cada vez mais pessoas têm apostado prematuramente em estratégias medicamentosas de cura para distúrbios da mente, sem dar ao organismo uma oportunidade de reversão do sofrimento com métodos menos agressivos."

"Aproximadamente 90% dos pacientes que tratam a depressão com remédios hoje poderiam ficar sem o medicamento caso combinassem terapia e ingestão de nutrientes adequados", afirma o psiquiatra Juarez Callegaro, um dos autores do livro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4066.shtml Acesso em: 14/01/2006.

Google lança sistema de busca acadêmica

Google Acadêmico permite busca de dados e fontes para pesquisa educacional

Publicado em 12/01/2006 - 11:51

O Google acaba de lançar no Brasil o Google Acadêmico, sistema de busca direcionado à pesquisa acadêmica. Pelo novo sistema, o usuário tem a possibilidade de realizar busca de informações em português em fontes acadêmicas, como universidades e bibliotecas.

O sistema é um aperfeiçoamento das tradicionais ferramentas de busca que permite a filtragem das fontes de informação para a obtenção de resultados específicos sobre determinado tema.

De acordo com o Google, a ferramente fornece uma maneira simples de pesquisar literatura acadêmica de forma abrangente, permitindo a pesquisa de várias disciplinas e fontes em um só lugar: artigos revisados por especialistas; teses; livros; resumos e artigos de editoras acadêmicas; organizações profissionais; bibliotecas de pré-publicações; universidades e outras entidades acadêmicas.

O Google Acadêmico classifica os resultados de pesquisa segundo a relevância. Como na pesquisa da web com o Google, as referências mais úteis são exibidas no começo da página. A tecnologia de classificação do Google leva em conta o texto integral de cada artigo, o autor, a publicação em que o artigo saiu e a freqüência com que foi citado em outras publicações acadêmicas.

Fonte: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=9751 Acesso em: 14/01/2006.